Post em resposta à resposta de Paula Richard

Ela voltou. Depois de um mês e cinco dias, Paula Richard retornou ao Filhos da PUC. De 18 de maio a 23 de junho esperamos ansiosamente que ela voltasse a nos presentear com suas palavras vazias e evasivas. Foram dias de angústia e sofrimento, nos quais o botão de Atualizar foi usado sem parar. Não adiantava, ela não acessava o blog. Sentíamos como se algo não estivesse completo, que as palavras tão ignorantemente sinceras de Paula Richard fossem precisas para que o blog florescesse.

A minha relação com a Paula, no entanto, é ambígua. Se por um lado espero que ela se pronuncie, anseio por seus comentários, quando eles chegam, me trazem uma frustração inexplicável. Era como se eu esperasse que ela viesse com argumentos sólidos para rebater as críticas, e não frases frouxas, que fogem do assunto, se esvaem dentro de uma vontade de se mostrar mais superior e com mais conhecimento televisivo do que eu, do alto de seu diploma de Comunicação Social com habilitação em jornalismo pela Faculdade da Cidade do Rio de Janeiro.

Paula me diz que eu não sei como funciona a produção de uma novela. Justo: infelizmente nunca estive envolvido em uma. Sabendo disso, pedi a ela que me explicasse, recebendo então o esclarecimento de que um autor é muito ocupado para estar presente em todas as gravações de seu roteiro – o que é, mais uma vez, justo. Vidas Opostas vai ao ar seis dias na semana, e se Marcílio Moraes tiver que passar o dia inteiro em um estúdio de gravação, sua mente criativa não é posta para trabalhar. Justo que ele não esteja presente nas gravações. O que não é justo, com Marcílio e com todos nós, é que seu roteiro seja manchado e nos ouvidos sejam sujos.

O diálogo que ele próprio elaborou não pode ser dito errado dessa forma. O que originou meu primeiro post foi o “ter morto” no lugar de “ter matado”, um erro que não custa trazer à tona de novo. Tem que ser falado para que se entenda que este não pode ser corrigido depois que o capítulo vá ao ar. Tem que ser identificado na hora, no momento da gravação. Quando Lucinha Lins disse “ter morto”, alguém presente no estúdio – algum dos diretores ou quem seja – deveria ter pulado da cadeira e mandado a cena ser refeita.

Se o Marcílio é ocupado, que ele arranje alguém para acompanhar as gravações (eu me candidato, mediante o pagamento de um salário mínimo), que esteja em dia com seu roteiro, com suas palavras, para que não deixe passar equívocos como esses.

Ao Marcílio, ainda não posso pedir desculpas. Ainda o vejo como parcial culpado do ocorrido – como bem expus em todos os meus posts.

Mas, cara Paula, se você não quer apontar culpado pelo “ter morto”, serei solidário, mesmo sabendo que existe um elenco inteiro de responsáveis por essa falha. E também sabendo que sua língua está coçando para dizer os culpados, mas tem que manter a pose de defender a todos.

Abraços e beijos do Filho da PUC Castello, que continua aguardando sua volta, mesmo dentro desse conflito de amor-e-ódio.

2 Respostas to “Post em resposta à resposta de Paula Richard”

  1. Massa Says:

    Laura que se cuide duas vezes:
    1-Rods e Paulinha, abra-te olho, Laurinha!
    2-Massinha acaba de se inscrever na auto-escola, prepare-se poir o piloto-piloto vai tirar carteira antes de você e ainda vai barbarizar o trânsito (bárbaro) do Rio de Janeiro.

  2. Massa Says:

    Quem dera fosse a Paula Richards…

    Essa porra morreu?

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s


%d bloggers like this: