Eu tinha planejado postar um texto em homenagem a uma de nossos nove leitores. Mas para não perder a carona, resolvi postar este. Prometo colocar a “homenagem” amanhã.

 Confesso que eu tenho inveja da capacidade de meus colegas de achar boas pautas. Ou melhor, de fazer com que pautas horríveis rendam textos geniais – palmas para Castello que “copiou” uma música dos Strokes.

Eu, eu sou um robô. Fui concebido, nos EUA, para mera reprodução. Não tenho a capacidade de pensar e analisar. É por isso que eu pego a onda do Arari e do Castello para escrever meus textos.

 

Lei de Murphy, Lei de Sod, Lei de Finagle

A própria Lei de Murphy pode ser considerada como a personificação de tudo aquilo que é irritável. É surpreendente como um ser humano pode se dar o trabalho de dissertar uma tese sobre algo tão estupidamente genial: “tudo o que pode dar errado, dará errado no pior momento possível”. BRILHANTE!

Isso é um resumo do texto do Arari. Porque não há outra explicação senão essa. Quando você está com pressa e as pessoas na sua frente andam devagar: Lei de Murphy. Quando você quer silêncio e tudo faz barulho: Lei de Murphy. Quando você está andando de bicicleta, cansado, e o vento sopra no sentido contrário: Lei de Murphy. Quando você está no computador, sem nada pra fazer e, de repente, quer ir ao banheiro: Lei de Murphy.

A origem da Lei é motivo de discórdia. Apesar de todos quererem fazer parte da história, todas as versões citam Murphy, um engenheiro frustrado com as (des)andanças de sua vida, como um dos protagonistas. Em seu livro “A história da Lei de Murphy”, o pesquisador Nick Spark, explica as variadas histórias e as aprofunda, analisando o assunto e concluindo que, na verdade, a Lei de Murphy veio muito antes do que o próprio Murphy.

Ainda no livro, o pesquisador americano ensina que a Lei de Murphy não passa de uma constatação da frustração e da insatisfação do ser humano. Quando as coisas estão correndo bem, o homem – aqui usado como a espécie humana – ignora, age como se tudo aquilo fosse habitual, nada mais do que a obrigação de Deus: “é, amigo, me pôs na Terra agora vai ter que manter tudo bonitinho para que eu possa andar de bicicleta, rápido, no silêncio, enquanto ouço música e cago (para as meninas: “faço cocô”), ao mesmo tempo!”.

Acaba que, no fundo, a maior verdade de todas, a suprema irritação, é algum idiota perder seu tempo escrevendo um livro sobre a Lei de Murphy. Criada pelo cara que tem o nome no título, ou não, não importa. Ela vai sempre reger o mundo e sempre que você sair de casa sem proteção, choverá.

Conclusão: sempre que a sua mãe disser que vai chover leve o guarda-chuva. Porque mãe nunca erra e Murphy sempre está do lado das matriarcas.

3 Respostas to “”

  1. Castello Says:

    Seu post ficou sem título… por que será?

    Lei de Murphy.

    (ou foi proposital? anyway)

    Botafogo vai perder amanhã.

    Lei de Murphy?

    Não, incompetência e superioridade do Flamengo.

    PS: Curioso acerca da homenagem a um de nossos leitores.

    PS2: Fico lisonjeado de servir de inspiração para uma mente criativa como a sua.

    PS3: (A)baixe essa música do Strokes, é do caralho.

  2. Massa Says:

    Ficou sem título porque não merce um título. É pra ser escroto!

    Amanhã só vai dar Fogão. Pra não te magoar, eu falo, pelo menos, 2×1.

    Quem será a leitora? OLHA A DICA!

    Cara, você é inspiração para o meu viver!

    Não gosto de Strokes.

  3. steph Says:

    quando vc quer ir ao banheiro, foi mal, é a lei da natureza.

    e para as meninas: “fazer florzinha”

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