Fiquei bastante tempo pensando em escrever algo.Para desabafar, fazer rir, me divertir e divertir os outros. Mas sempre faltou paciência. A preguiça imperou. Algum programa momentaneamente mais interessante aparecia. Uns elogiam-me (sim, estou em Coimbra e, por isso, vou falar português correto) e dizem que escrevo bem. Outros reclamam que só escrevo quando estou sob o efeito de drogas (o que não é verdade nesse momento) e sou excessivamente sentimental. O fato é que o sentimentalismo sempre arranca de mim as melhores palavras. São elas:
Estou esquecido a 8 mil quilômetros de casa, com outra rotina, pessoas estranhas que não falam a minha língua, morrendo de saudade de casa. Odeio o papo de “como você está sumido!”. Irmão, tenho o direito de estar sumido e não preciso te falar isso. Você, como meu amigo, deveria saber.
Não quero ter que me preocupar em garantir as pessoas que amo. Só isso…